sexta-feira, 16 de novembro de 2007
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Vacina da Merck pode aumentar risco de contrair Aids
A vacina experimental contra a Aids do laboratório Merck, cujos testes clínicos foram suspensos em setembro passado, pode ter aumentado as chances de contrair o HIV nas pessoas vacinadas, revela um relatório divulgado nesta quarta-feira (7) nos Estados Unidos.
Após concluir, há cerca de um mês e meio, que a vacina V520 não impedia a infecção ou reduzia a carga viral de HIV, a Merck divulgou nesta quarta novos resultados que indicam que a vacina pode ter incrementado a tendência a contrair o vírus da Aids.
Os resultados mostram que entre os 3 mil voluntários que participaram das diferentes etapas de teste da vacina há mais infectados pelo HIV do que entre os que receberam placebo.
"Tentamos determinar se os resultados se devem à reação do sistema imunológico induzida pela vacina, diferenças nos grupos estudados, algum tipo de fenômeno biológico ou simplesmente azar", explicou Keith Gottesdiener, vice-presidente da divisão de estudos clínicos de vacinas e doenças infecciosas do laboratório americano.
"Levará tempo para compreender por que a vacina não funcionou e o que levou a esta tendência de aumento das infecções (por HIV) entre os voluntários vacinados", assinalou a Merck em um comunicado.
"Por si só, a vacina não pode causar a infecção", garantiu.
Os resultados mostraram 24 casos de infecção pelo HIV entre 741 voluntários que foram vacinados, contra apenas 21 entre os 762 que receberam placebo.
Em um subgrupo de voluntários vacinados com pelo menos duas doses da V520 e que deram negativo para HIV durante as 12 primeiras semanas de testes, foram registrados 19 casos de infecção entre 672 voluntários, contra 11 entre os 691 que receberam placebo.
De forma distinta das vacinas tradicionais, já testadas sem sucesso e que estimulavam a imunidade do organismo, a V520 buscava estimular os linfócitos T, que basicamente são os responsáveis por indicar às outras células do sistema imunológico que devem combater a infecção.
Após concluir, há cerca de um mês e meio, que a vacina V520 não impedia a infecção ou reduzia a carga viral de HIV, a Merck divulgou nesta quarta novos resultados que indicam que a vacina pode ter incrementado a tendência a contrair o vírus da Aids.
Os resultados mostram que entre os 3 mil voluntários que participaram das diferentes etapas de teste da vacina há mais infectados pelo HIV do que entre os que receberam placebo.
"Tentamos determinar se os resultados se devem à reação do sistema imunológico induzida pela vacina, diferenças nos grupos estudados, algum tipo de fenômeno biológico ou simplesmente azar", explicou Keith Gottesdiener, vice-presidente da divisão de estudos clínicos de vacinas e doenças infecciosas do laboratório americano.
"Levará tempo para compreender por que a vacina não funcionou e o que levou a esta tendência de aumento das infecções (por HIV) entre os voluntários vacinados", assinalou a Merck em um comunicado.
"Por si só, a vacina não pode causar a infecção", garantiu.
Os resultados mostraram 24 casos de infecção pelo HIV entre 741 voluntários que foram vacinados, contra apenas 21 entre os 762 que receberam placebo.
Em um subgrupo de voluntários vacinados com pelo menos duas doses da V520 e que deram negativo para HIV durante as 12 primeiras semanas de testes, foram registrados 19 casos de infecção entre 672 voluntários, contra 11 entre os 691 que receberam placebo.
De forma distinta das vacinas tradicionais, já testadas sem sucesso e que estimulavam a imunidade do organismo, a V520 buscava estimular os linfócitos T, que basicamente são os responsáveis por indicar às outras células do sistema imunológico que devem combater a infecção.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
FRASE DO DIA
" É comum estudantes tentarem invadir o espaço público da reitoria das universidades. Mas, ao fazer isso num contexto democrático, onde há liberdade de protesto e manifestação eles quebram toda a ordem legal que mantém essa liberdade."
Roberto Romano, professor titular de filosofia da Unicamp
Roberto Romano, professor titular de filosofia da Unicamp
O perigo do jaleco
O biomédico Roberto Figueiredo, mais conhecido como Dr. Bactéria, alerta: médicos, biomédicos, farmacêuticos e outros profissionais da área de saúde não devem sair do hospital ou de laboratórios usando o mesmo jaleco com o qual trabalham de jeito nenhum. Em mais um de seus tradicionais testes de segurança microbiana no Fantástico, Figueiredo mostrou que a vestimenta-padrão desses profissionais pode carregar microrganismos altamente nocivos à saúde.
A idéia já está sendo levada a sério pelo governo britânico, que vai proibir os médicos do Reino Unido de usarem jalecos de manga comprida, bem como gravatas, relógios e jóias. Mas, numa blitz em São Paulo, o Dr. Bactéria achou dezenas de profissionais da saúde cometendo o erro de sair do hospital com o jaleco ainda no corpo.
O grande problema da prática é que bactérias e outros agentes microscópicos de doenças peguem "carona" na roupa, em especial em suas mangas e bolsos. O risco é pequeno, mas existe. E doenças podem chegar tanto da rua para os pacientes do hospital quanto do hospital para pessoas fora dele. No ambiente hospitalar, há muita gente com o sistema de defesa do organismo em baixa -- portanto, vulnerável a infecções. E, fora dele, idosos, doentes e crianças também ficam mais ameaçadas.
Num teste laboratorial feito com oito jalecos aparentemente impecáveis, o Dr. Bactéria encontrou bactérias muito resistentes a antibióticos, capazes de causar otites, faringites ou até pneumonia.
Segundo Figueiredo, além da medida simples de deixar o jaleco sempre dentro do ambiente hospitalar, é possível evitar os riscos das superbactérias lavando as roupas em um litro d'água misturado a 60 ml de formol. Com isso, após cinco minutos, os microrganismos estão todos mortos.
A idéia já está sendo levada a sério pelo governo britânico, que vai proibir os médicos do Reino Unido de usarem jalecos de manga comprida, bem como gravatas, relógios e jóias. Mas, numa blitz em São Paulo, o Dr. Bactéria achou dezenas de profissionais da saúde cometendo o erro de sair do hospital com o jaleco ainda no corpo.
O grande problema da prática é que bactérias e outros agentes microscópicos de doenças peguem "carona" na roupa, em especial em suas mangas e bolsos. O risco é pequeno, mas existe. E doenças podem chegar tanto da rua para os pacientes do hospital quanto do hospital para pessoas fora dele. No ambiente hospitalar, há muita gente com o sistema de defesa do organismo em baixa -- portanto, vulnerável a infecções. E, fora dele, idosos, doentes e crianças também ficam mais ameaçadas.
Num teste laboratorial feito com oito jalecos aparentemente impecáveis, o Dr. Bactéria encontrou bactérias muito resistentes a antibióticos, capazes de causar otites, faringites ou até pneumonia.
Segundo Figueiredo, além da medida simples de deixar o jaleco sempre dentro do ambiente hospitalar, é possível evitar os riscos das superbactérias lavando as roupas em um litro d'água misturado a 60 ml de formol. Com isso, após cinco minutos, os microrganismos estão todos mortos.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Che Guevara - mito ou farsa?
Há 40 anos morria o homem e nascia a farsa."Não disparem. Sou Che. Valho mais vivo do que morto." Há quarenta anos, no dia 8 de outubro de 1967, essa frase foi gritada por um guerrilheiro maltrapilho e sujo metido em uma grota nos confins da Bolívia. Nunca mais foi lembrada. Seu esquecimento deve-se ao fato de que o pedido de misericórdia, o apelo desesperado pela própria vida e o reconhecimento sem disfarce da derrota não combinam com a aura mitológica criada em torno de tudo o que se refere à vida e à morte de Ernesto Guevara Lynch de la Serna, argentino de Rosário, o Che, que antes, para os companheiros, era apenas "el chancho", o porco, porque não gostava de banho e "tinha cheiro de rim fervido".
O trecho acima foi retirado de reportagem da revista Veja da semana passada, onde relata o outro lado do guerrilheiro Ernesto Guevara, um lado talvez que poucos conheciam ou simplesmente ignoravam.
O trecho acima foi retirado de reportagem da revista Veja da semana passada, onde relata o outro lado do guerrilheiro Ernesto Guevara, um lado talvez que poucos conheciam ou simplesmente ignoravam.
Cientistas dizem ter encontrado a função do apêndice
Cientistas americanos acreditam ter descoberto uma função real para o apêndice humano. Segundo estudo realizado na Duke University Medical School e publicado na revista Journal of Theoretical Biology, ele produz e protege os germes "bons" que atuam no intestino.
Os pesquisadores afirmam que a função do apêndice parece estar relacionada com a população de bactérias que habita e ajuda o sistema digestivo. "O apêndice age como uma casa segura para esses microorganismos", afirmou Bill Parker, co-autor do estudo, à CNN.
Segundo o pesquisador, o apêndice também funciona como uma fábrica de bactérias, cultivando os germes "bons". Esta característica, no entanto, não é mais necessária em uma sociedade moderna e industrializada, de acordo com Parker.
"Se a flora intestinal de uma pessoa morre, ela pode ser repovoada facilmente adquirindo germes de outras pessoas", explicou o pesquisador. "Mas em tempos passados, quando epidemias de cólera eram freqüentes e a população era menor, o apêndice tinha sua função".
Sem função
Há gerações o apêndice tem sido considerado uma parte supérflua do corpo humano, fazendo com que ele seja rotineiramente retirado, pois, quando inflamado, pode levar a pessoa à morte. De acordo com o Centro de Controle e Prevenções de Doenças dos EUA, 321 mil americanos foram internados com apendicite há dois anos.
Os pesquisadores afirmam que a função do apêndice parece estar relacionada com a população de bactérias que habita e ajuda o sistema digestivo. "O apêndice age como uma casa segura para esses microorganismos", afirmou Bill Parker, co-autor do estudo, à CNN.
Segundo o pesquisador, o apêndice também funciona como uma fábrica de bactérias, cultivando os germes "bons". Esta característica, no entanto, não é mais necessária em uma sociedade moderna e industrializada, de acordo com Parker.
"Se a flora intestinal de uma pessoa morre, ela pode ser repovoada facilmente adquirindo germes de outras pessoas", explicou o pesquisador. "Mas em tempos passados, quando epidemias de cólera eram freqüentes e a população era menor, o apêndice tinha sua função".
Sem função
Há gerações o apêndice tem sido considerado uma parte supérflua do corpo humano, fazendo com que ele seja rotineiramente retirado, pois, quando inflamado, pode levar a pessoa à morte. De acordo com o Centro de Controle e Prevenções de Doenças dos EUA, 321 mil americanos foram internados com apendicite há dois anos.
domingo, 7 de outubro de 2007
Dúvidas sobre Doença de Chagas
O congelamento da polpa do açaí elimina a possibilidade de contrair a Doença de Chagas? À que temperatura da água o Trypanossoma é eliminado?
Sim. O suco do açaí congelado em casa e consumido somente no dia seguinte elimina o protozoário Trypanosoma cruzi no suco. O congelamento mínimo é de 20°C negativos pelo menos por 8 horas até completa rigidez em freezer. O congelador da geladeira não é recomendado pois não alcança a temperatura de -20°C. As empresas que comercializam o produto congelam em câmara, onde a temperatura passa de -30°C, isso sem contar antes com a pasteurização e a higienização.
Sim. O suco do açaí congelado em casa e consumido somente no dia seguinte elimina o protozoário Trypanosoma cruzi no suco. O congelamento mínimo é de 20°C negativos pelo menos por 8 horas até completa rigidez em freezer. O congelador da geladeira não é recomendado pois não alcança a temperatura de -20°C. As empresas que comercializam o produto congelam em câmara, onde a temperatura passa de -30°C, isso sem contar antes com a pasteurização e a higienização.
Como evitar a Doença de Chagas?
Os princípios da prevenção da doença de Chagas baseiam-se fundamentalmente em medidas de controle ao barbeiro, dificultando e/ou impedindo a sua proliferação nas residências e em seus arredores.Ação sobre os “barbeiros”: borrifar as casas infestadas, manter a sua casa, chiqueiros, galinheiros e quintais bem limpos. Evitar a construção de casas próximo das matas e colocar tela nas janelas. Evitar deixar lâmpadas acessa durante a noite muito próxima dos cômodos onde as pessoas dormem. Encaminhar insetos suspeitos de serem barbeiros para o serviço de saúde mais próximo.Ação sobre as fontes de infecção: o tratamento do paciente. Manter os demais reservatórios silvestres longe da casa do homem.Transmissão por contaminação de alimentos: evitar o consumo de carne de caça ou ferver muito bem tomando cuidado no momento do abate do animal. Muita atenção com as máquinas de bater açaí, de moer carne, cana de açúcar, e mandioca. Manter as vasilhas de alimento sempre bem cobertas. No preparo do açaí selecione os caroços, lave pelo menos 4 vezes e por último antes de colocar de molho na água morna, deixe os caroços já lavados por uma hora numa mistura de 10 litros de água para um vidro de (30ml) hipoclorito.Transmissão transfusional: usar somente sangue dos hemocentros.Transmissão pelo leite materno: a mãe com a doença não deve amamentar até que esteja completamente curada.Medidas sócio-econômicas: melhoria de habitação e educação sanitária.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Frase do Dia
"Eu não acredito que haja qualquer evidência de que Dirceu cometeu o crime de que ele está sendo acusado".
Presidente Lula, ao The New York Times
Presidente Lula, ao The New York Times
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