" É comum estudantes tentarem invadir o espaço público da reitoria das universidades. Mas, ao fazer isso num contexto democrático, onde há liberdade de protesto e manifestação eles quebram toda a ordem legal que mantém essa liberdade."
Roberto Romano, professor titular de filosofia da Unicamp
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
O perigo do jaleco
O biomédico Roberto Figueiredo, mais conhecido como Dr. Bactéria, alerta: médicos, biomédicos, farmacêuticos e outros profissionais da área de saúde não devem sair do hospital ou de laboratórios usando o mesmo jaleco com o qual trabalham de jeito nenhum. Em mais um de seus tradicionais testes de segurança microbiana no Fantástico, Figueiredo mostrou que a vestimenta-padrão desses profissionais pode carregar microrganismos altamente nocivos à saúde.
A idéia já está sendo levada a sério pelo governo britânico, que vai proibir os médicos do Reino Unido de usarem jalecos de manga comprida, bem como gravatas, relógios e jóias. Mas, numa blitz em São Paulo, o Dr. Bactéria achou dezenas de profissionais da saúde cometendo o erro de sair do hospital com o jaleco ainda no corpo.
O grande problema da prática é que bactérias e outros agentes microscópicos de doenças peguem "carona" na roupa, em especial em suas mangas e bolsos. O risco é pequeno, mas existe. E doenças podem chegar tanto da rua para os pacientes do hospital quanto do hospital para pessoas fora dele. No ambiente hospitalar, há muita gente com o sistema de defesa do organismo em baixa -- portanto, vulnerável a infecções. E, fora dele, idosos, doentes e crianças também ficam mais ameaçadas.
Num teste laboratorial feito com oito jalecos aparentemente impecáveis, o Dr. Bactéria encontrou bactérias muito resistentes a antibióticos, capazes de causar otites, faringites ou até pneumonia.
Segundo Figueiredo, além da medida simples de deixar o jaleco sempre dentro do ambiente hospitalar, é possível evitar os riscos das superbactérias lavando as roupas em um litro d'água misturado a 60 ml de formol. Com isso, após cinco minutos, os microrganismos estão todos mortos.
A idéia já está sendo levada a sério pelo governo britânico, que vai proibir os médicos do Reino Unido de usarem jalecos de manga comprida, bem como gravatas, relógios e jóias. Mas, numa blitz em São Paulo, o Dr. Bactéria achou dezenas de profissionais da saúde cometendo o erro de sair do hospital com o jaleco ainda no corpo.
O grande problema da prática é que bactérias e outros agentes microscópicos de doenças peguem "carona" na roupa, em especial em suas mangas e bolsos. O risco é pequeno, mas existe. E doenças podem chegar tanto da rua para os pacientes do hospital quanto do hospital para pessoas fora dele. No ambiente hospitalar, há muita gente com o sistema de defesa do organismo em baixa -- portanto, vulnerável a infecções. E, fora dele, idosos, doentes e crianças também ficam mais ameaçadas.
Num teste laboratorial feito com oito jalecos aparentemente impecáveis, o Dr. Bactéria encontrou bactérias muito resistentes a antibióticos, capazes de causar otites, faringites ou até pneumonia.
Segundo Figueiredo, além da medida simples de deixar o jaleco sempre dentro do ambiente hospitalar, é possível evitar os riscos das superbactérias lavando as roupas em um litro d'água misturado a 60 ml de formol. Com isso, após cinco minutos, os microrganismos estão todos mortos.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Che Guevara - mito ou farsa?
Há 40 anos morria o homem e nascia a farsa."Não disparem. Sou Che. Valho mais vivo do que morto." Há quarenta anos, no dia 8 de outubro de 1967, essa frase foi gritada por um guerrilheiro maltrapilho e sujo metido em uma grota nos confins da Bolívia. Nunca mais foi lembrada. Seu esquecimento deve-se ao fato de que o pedido de misericórdia, o apelo desesperado pela própria vida e o reconhecimento sem disfarce da derrota não combinam com a aura mitológica criada em torno de tudo o que se refere à vida e à morte de Ernesto Guevara Lynch de la Serna, argentino de Rosário, o Che, que antes, para os companheiros, era apenas "el chancho", o porco, porque não gostava de banho e "tinha cheiro de rim fervido".
O trecho acima foi retirado de reportagem da revista Veja da semana passada, onde relata o outro lado do guerrilheiro Ernesto Guevara, um lado talvez que poucos conheciam ou simplesmente ignoravam.
O trecho acima foi retirado de reportagem da revista Veja da semana passada, onde relata o outro lado do guerrilheiro Ernesto Guevara, um lado talvez que poucos conheciam ou simplesmente ignoravam.
Cientistas dizem ter encontrado a função do apêndice
Cientistas americanos acreditam ter descoberto uma função real para o apêndice humano. Segundo estudo realizado na Duke University Medical School e publicado na revista Journal of Theoretical Biology, ele produz e protege os germes "bons" que atuam no intestino.
Os pesquisadores afirmam que a função do apêndice parece estar relacionada com a população de bactérias que habita e ajuda o sistema digestivo. "O apêndice age como uma casa segura para esses microorganismos", afirmou Bill Parker, co-autor do estudo, à CNN.
Segundo o pesquisador, o apêndice também funciona como uma fábrica de bactérias, cultivando os germes "bons". Esta característica, no entanto, não é mais necessária em uma sociedade moderna e industrializada, de acordo com Parker.
"Se a flora intestinal de uma pessoa morre, ela pode ser repovoada facilmente adquirindo germes de outras pessoas", explicou o pesquisador. "Mas em tempos passados, quando epidemias de cólera eram freqüentes e a população era menor, o apêndice tinha sua função".
Sem função
Há gerações o apêndice tem sido considerado uma parte supérflua do corpo humano, fazendo com que ele seja rotineiramente retirado, pois, quando inflamado, pode levar a pessoa à morte. De acordo com o Centro de Controle e Prevenções de Doenças dos EUA, 321 mil americanos foram internados com apendicite há dois anos.
Os pesquisadores afirmam que a função do apêndice parece estar relacionada com a população de bactérias que habita e ajuda o sistema digestivo. "O apêndice age como uma casa segura para esses microorganismos", afirmou Bill Parker, co-autor do estudo, à CNN.
Segundo o pesquisador, o apêndice também funciona como uma fábrica de bactérias, cultivando os germes "bons". Esta característica, no entanto, não é mais necessária em uma sociedade moderna e industrializada, de acordo com Parker.
"Se a flora intestinal de uma pessoa morre, ela pode ser repovoada facilmente adquirindo germes de outras pessoas", explicou o pesquisador. "Mas em tempos passados, quando epidemias de cólera eram freqüentes e a população era menor, o apêndice tinha sua função".
Sem função
Há gerações o apêndice tem sido considerado uma parte supérflua do corpo humano, fazendo com que ele seja rotineiramente retirado, pois, quando inflamado, pode levar a pessoa à morte. De acordo com o Centro de Controle e Prevenções de Doenças dos EUA, 321 mil americanos foram internados com apendicite há dois anos.
domingo, 7 de outubro de 2007
Dúvidas sobre Doença de Chagas
O congelamento da polpa do açaí elimina a possibilidade de contrair a Doença de Chagas? À que temperatura da água o Trypanossoma é eliminado?
Sim. O suco do açaí congelado em casa e consumido somente no dia seguinte elimina o protozoário Trypanosoma cruzi no suco. O congelamento mínimo é de 20°C negativos pelo menos por 8 horas até completa rigidez em freezer. O congelador da geladeira não é recomendado pois não alcança a temperatura de -20°C. As empresas que comercializam o produto congelam em câmara, onde a temperatura passa de -30°C, isso sem contar antes com a pasteurização e a higienização.
Sim. O suco do açaí congelado em casa e consumido somente no dia seguinte elimina o protozoário Trypanosoma cruzi no suco. O congelamento mínimo é de 20°C negativos pelo menos por 8 horas até completa rigidez em freezer. O congelador da geladeira não é recomendado pois não alcança a temperatura de -20°C. As empresas que comercializam o produto congelam em câmara, onde a temperatura passa de -30°C, isso sem contar antes com a pasteurização e a higienização.
Como evitar a Doença de Chagas?
Os princípios da prevenção da doença de Chagas baseiam-se fundamentalmente em medidas de controle ao barbeiro, dificultando e/ou impedindo a sua proliferação nas residências e em seus arredores.Ação sobre os “barbeiros”: borrifar as casas infestadas, manter a sua casa, chiqueiros, galinheiros e quintais bem limpos. Evitar a construção de casas próximo das matas e colocar tela nas janelas. Evitar deixar lâmpadas acessa durante a noite muito próxima dos cômodos onde as pessoas dormem. Encaminhar insetos suspeitos de serem barbeiros para o serviço de saúde mais próximo.Ação sobre as fontes de infecção: o tratamento do paciente. Manter os demais reservatórios silvestres longe da casa do homem.Transmissão por contaminação de alimentos: evitar o consumo de carne de caça ou ferver muito bem tomando cuidado no momento do abate do animal. Muita atenção com as máquinas de bater açaí, de moer carne, cana de açúcar, e mandioca. Manter as vasilhas de alimento sempre bem cobertas. No preparo do açaí selecione os caroços, lave pelo menos 4 vezes e por último antes de colocar de molho na água morna, deixe os caroços já lavados por uma hora numa mistura de 10 litros de água para um vidro de (30ml) hipoclorito.Transmissão transfusional: usar somente sangue dos hemocentros.Transmissão pelo leite materno: a mãe com a doença não deve amamentar até que esteja completamente curada.Medidas sócio-econômicas: melhoria de habitação e educação sanitária.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Frase do Dia
"Eu não acredito que haja qualquer evidência de que Dirceu cometeu o crime de que ele está sendo acusado".
Presidente Lula, ao The New York Times
Presidente Lula, ao The New York Times
Diagnóstico da Doença de Chagas
Os testes sorologicos sao utilizados como um dos criterios para confirmacao de suspeita clinica da Doenca de Chagas e triagem em bancos de sangue. Entretanto, alguns cuidados sao necessarios na escolha do metodo e sua interpretacao. O Machado Guerreiro (Fixacao de complemento) era o exame de escolha no passado, mas por apresentar baixa sensibilidade (60%), baixa especificidade e complexidade na sua execucao nao mais deve ser utilizado. Os metodos Hemaglutinacao, imunofluorescencia e imunoensaio apresentam sensibilidade proximo a 100%. Tendo em vista a possibilidade de falso-positivos (leishmania, malaria, sifilis, toxoplasmose, hanseniase, doencas do colageno, hepatites) eh recomendado que o soro seja testado, em pelo menos dois metodos diferentes antes de aceito, pelo clinico assistente, a positividade da sorologia. A Hemoaglutinacao eh utilizada para triagem devido sua praticidade e boa sensibilidade, entretanto, tem especificidade inferior a imunofluorescencia e ao imunoensaio enzimatico. A imunofluorescencia indireta IgG eh exame sensivel no diagnostico da Doenca de Chagas. A imunofluorescencia indireta IgM eh util para caracterizar fase aguda. Ambos apresentam menor reprodutibilidade que o imunoensaio enzimatico (ELISA). O imunoensaio enzimatico utiliza antigenos altamente purificados com maior sensibilidade (98 a 100%), maior especificidade (93 a 100%) e leitura mais objetiva. O imunoensaio de particular em gel apresenta sensibilidade de 96,8% e especificidade de 94,6%.Nota: Informamos que a Organizacao Mundial de Saude preconiza o uso de pelo menos dois testes de diferentes metodologias para o diagnostico laboratorial da doenca de chagas.
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