segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Che Guevara - mito ou farsa?

Há 40 anos morria o homem e nascia a farsa."Não disparem. Sou Che. Valho mais vivo do que morto." Há quarenta anos, no dia 8 de outubro de 1967, essa frase foi gritada por um guerrilheiro maltrapilho e sujo metido em uma grota nos confins da Bolívia. Nunca mais foi lembrada. Seu esquecimento deve-se ao fato de que o pedido de misericórdia, o apelo desesperado pela própria vida e o reconhecimento sem disfarce da derrota não combinam com a aura mitológica criada em torno de tudo o que se refere à vida e à morte de Ernesto Guevara Lynch de la Serna, argentino de Rosário, o Che, que antes, para os companheiros, era apenas "el chancho", o porco, porque não gostava de banho e "tinha cheiro de rim fervido".
O trecho acima foi retirado de reportagem da revista Veja da semana passada, onde relata o outro lado do guerrilheiro Ernesto Guevara, um lado talvez que poucos conheciam ou simplesmente ignoravam.

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